20 de outubro de 2015

Servos do mal

Era plena luz do dia e Amaro estava fazendo um passeio pelo bazar de Darashia quando a primeira visão o engolfou. A escuridão fria agarrou seu coração com garras afiadas. A turva agitação na frente dele deu lugar a uma mistura bizarra de imagens piscando rapidamente diante de seus olhos. Numerosas vozes ecoavam em sua mente.

Darashia. - Um homem misterioso. - Preste atenção nas minhas advertências, habitantes de Tibia! - A sombra de um inimigo temido. - *sussurrando* O assistente! - Ele precisa ser parado! - Ele está tão perto de conquistar o poder divino! - Muito perto!! - O que pode ser feito??? - Nenhuma coisa? - Mas sim! - A arma, a arma proibida! - Uma vez feita por Z... - NÃO! Não mencione o escuro! - Mas a arma foi destruída! Ele destruiu a si mesmo!! - Sim, sim, mas não completamente. - Sete peças. - Onde eles estão? - Eles foram entregues aos seus seguidores mais cruéis. - O mais cruel de todas as Archdemons!! - Então, estamos condenados. - Ainda não! - Eles os escondeu no fundo, nas entranhas da terra. - Mas seus asseclas, os guardas... - Nós não vamos tê-los! - Nós nem sequer alcançamos eles! - Ninguém nunca fez isso através das sete moradas de tormento. - Não sozinho, você não pode fazer isso sozinho! - Então não há esperança? - Pode ser. - E se nós torná-lo ... então o que? - *Risada maligna"

"Meu amigo?" Voz familiar de Omur puxando Amaro de volta à realidade. "Eu tenho amostras frescas de mel de vespa, meu amigo. Quantos você quer hoje?" A última imagem da visão tinha se queimado na mente de Amaro e deixou-o sem palavras por alguns momentos. Ele sentiu calafrios e frio, apesar do calor escaldante em Darashia.



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