7 de abril de 2017

O Destino de Krisna. Temporada IV. n 002

Finalmente, fãs da Krisna, iniciaremos hoje as postagens do conteúdo inédito!

Lembramos contudo, que o conteúdo a seguir, embora de inédito, foi jogado durante o segundo semestre de 2015 e ano de 2016. E, as decisões e aventuras da personagem, foram previamente definidas por votações ocorridas no TibiaFórum.

Aproveite a leitura! 
 


Acordei nauseada a o lado de Ongulf, não sabia quanto tempo havia se passado nem como chegara ali, sentia apenas dor de cabeça e muita fome, uma fome inexplicável... O anão não parava de falar. E suas palavras não faziam sentido, tentei puxar da memória algumas lembranças, a imagem de um grande golen de pedra veio a mente seguida da imagem de um pinha de cascalho... de alguma forma eu havia derrotado-o mas não me lembrava...

Ongulf ainda precisava de ajuda, ele queria que eu buscasse o apoio de pessoas ilustres e importantes ao seu projeto. Senti pelo seu tom de voz que na verdade era mais uma cobrança que um pedido, mas não me importei de ajudar, afinal ainda tinha que terminar a peregrinação pelas bênçãos e era caminho.

Assim, estava novamente pelo mundo em missão. Consegui encontrar as pessoas que Ongulf havia me indicado, e nem sempre foi fácil conseguir deles as promessas de apoio. Ao que parece, o projeto dos anões não era muito bem visto pelas pessoas.






Segui por todas as cidades indicadas pelo anão. Faltava apenas Thais. Ao chegar no porto, notei que a cidade estava diferente. As pessoas estavam alegres e, por todo lado, decoração festiva dava vida aos edifícios de pedra acinzentada.




Admirando a decoração chequei ao castelo real. Rei Tibianus era a última pessoa na qual eu deveria conseguir apoio para Ongulf. Estranho ir ali, pela primeira vez, após tantos anos indo e vindo àquela cidade.

O pátio do castelo estava igualmente decorado. Luminárias, flâmulas, serpentinas, toalhas especiais e muitas folhas pelo chão. Parei um instante a olhar para as folhas no chão... nossa, dariam um trabalhão para os varredores da cidade, pensei comigo mesma.
 
Detive-me na porta de acesso ao castelo... tive a impressão de ter visto alguém correndo próximo... olhei em volta nada... que estranho, pensei comigo mesma sem encontrar no entorno nada que justificasse ou que pudesse produzir algum vulto... haviam apenas caixas, provavelmente, restos de decoração que alguém esquecera.





Deixando minhas impressões de lado segui para o majestoso salão real. Era meu primeiro contato com o rei, não sabia ao certo como proceder, nem o que falar. E, ele parece que percebeu pois sequer falava comigo.



Lembrei-me então  do meu contato com o imperador de Kazorddon e saudei-o de uma forma mais formal. Agora sim! Ele se virou e me deu atenção... meu deus como os governantes desta terra são arrogantes... Bem, primeiras impressões a parte, também consegui o apoio dele...ufa!




Estava feliz por conseguir as promessas de apoio a Ongulf. Algo me dizia que aquele continente distante ainda traria muitas surpresas... absorvida em meus pensamentos automaticamente andei em direção ao sacerdote abençoador e após, conseguir a bênção, me vi em um dilema, retornar a Farmine ou checar aquela estranha construção repleta de aranhas...

Apesar do temor aqueles demônios de oito patas, minha curiosidade e o senso de responsabilidade falaram  mais alto... gostava de Port Hope, tinha amigos por lá e sabia que Adams organizava caçadas a aranhas gigantes e, se continuassem ali, tão próximas a cidade, poderia ser um problema... 

A dúvida entre a estrada para Kazordoon ou o navio para Port Hope não durou muito, o som inconfundível da buzina de um navio rompeu a tranquilidade das ruas de Thais, corri para o porto, o navio estava indo para Port Hope, mais uma vez o destino escolhia meu futuro.

Alguns meses em uma viagem tranquila, e mais algumas horas de caminhada pela selva, la estava eu, novamente, diante das enormes aranhas... se arrependimento matasse.... 



Conseguia apenas pensar em minha casa, ah como queria estar em Svargrond e acabar com todo esse pesadelo... estranho como as lembranças da minha vida antes de vir parar aqui fugiam a minha mente e algo daquele mundo já tinha significado para mim...

Queria fechar os olhos, mas não era prudente então invoquei a magia para iluminar o local e fiquei vigilante para ela não se apagar. Queria não sentir aquelas patas peludas em contato com minha pele... queria um banhoooo... queria sair dali... mas precisava checar cada canto...

E, a obstinação em terminar logo tudo, me fez ficar mais alerta e mais experiente, assim acabava mais rapidamente com elas, abreviando meu tempo ali, o que era um consolo... embora o medo não reduzisse.




Havia inspecionado cada canto daquele estranho lugar cerca de duas vezes...  era hora de sair dali, retornar a sede do clube de caça.


 

Acompanhe as próximas postagens, ajude a decidir o destino de Krisna e o rumo desta história! 

Perdeu alguma coisa? Leia na integra todo material já publicado nos 3 anos anteriores organizados de uma forma bem didática e fácil de ler! (Arquivos aqui)   

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