27 de abril de 2017

O Destino de Krisna. Temporada IV. n 003


O conteúdo a seguir, embora de inédito, foi jogado durante o segundo semestre de 2015 e ano de 2016. E, as decisões e aventuras da personagem, foram previamente definidas por votações ocorridas no TibiaFórum.

Aproveite a leitura! 
 


Adams parecia preocupado, ele desconhecia a existência daquele local, agradeceu-me pela informação e ressaltou que dada a minha perspicácia, eu realmente seria um membro importante para a sociedade dos exploradores.

Contudo, as feições em seu rosto subitamente mudaram. Ele se lembrara de uma antiga história sobre uma aranha anciã que era 50 vezes maior que a maior das aranhas gigantes já encontrada e que, além de ser muito mais forte e seu veneno extremamente letal, tinha a capacidade telepática para dominar o subconsciente de outras aranhas e assim se tornar dona de suas vontades e desejos. Ele julgara tudo isso ser uma lenda mas...  Bem... como não havia mais ninguém disponível... lá fui eu investigar... aff porque tinha que ser aranha???




Um pouco apreensiva em relação a essa missão tomei o barco para Venore. Nem as semanas no mar me acalmaram. Cheguei pensando em desistir... eu, logo eu atrás de uma aranha medonha...fala sériooooo!

Bem, não tinha volta nem escapatória... prendi a respiração para atravessar correndo aquela cidade imunda e cheia de pombos, felizmente, hoje estava atipicamente tranquila.





Pelas informações colhidas, no navio, ao longo da viagem, os rumores indicavam que, se é que existia mesmo, esta tenebrosa  aranha fora avistada na vasta planície a oeste da cidade. E, assim, lá fui eu, rogando a Chyll para que tudo, realmente, não passasse de lenda urbana.

Mas, os relatos obscuros preenchiam minha mente, e faziam com o que o medo aumentasse mais a cada passo. E, o caminho não ajudava muito...



Juntamente com Palmito, corria por entre as árvores, estava com as forças e coragem voltados para enfrentar uma aranha, não todas que haviam por ali... segui em disparada rumo ao... OMG!!! O que é isso?  

Uma espessa teia de aranha, presa entre as árvores como uma armadilha, grudara em meu cabelo e braços, tentava tirar sem prestar atenção a minha volta. Quando finalmente olhei para o lado... medo e pânico me paralisaram, estava em uma espécie de toca ao ar livre. Seria ali? Respirei fundo e subi uma escada próxima...

 


Finalmente estava diante da lenda urbana  temida por Adams! Respirei fundo e o combate começou. Mas, não sei se o medo de alguma forma me anestesiou, esperava que, com aquela aranha,  fosse tudo mais difícil...
 



Tudo acabou mas não me sentia como se tivesse enfrentado uma lenda... aquilo me deixou mais preocupada que feliz pela vitória... de qualquer forma, já que estava ali resolvi dar uma volta pela região... nossa há anos não passava por ali.

Enquanto caminhava, flashes de toda a minha trajetória passavam em minha mente. A calmaria  aparente foi interrompida por mais aranhas, nem esquilos furtivos fugindo rapidamente entre arbustos junto a lembrança inusitada da ideia de anões montados neles foi suficiente para  afugentar meu medo.




Consegui distanciar-me das aranhas porém esse não era meu único problema, por algum motivo as criaturas da planície estavam muito agitadas e irritadas. Com muito custo consegui avistar e chegar ao templo de Oldrak.

  

Cansada e ferida cheguei ao templo. Aproveitei para contar-lhe o que havia descoberto sobre Hugo e as atividades necromantes, afinal a historia do coelho demônio parecia sim ser bem real. O velho monge não acreditou em mim, mas, não era o momento de tentar convencê-lo.
 


Sobre aranhas, ele não sabia nada a não ser que haviam muitas por ali, o que aumentava minhas suspeitas de que ou a lenda era falsa ou seria aquela que eu matara anterior mente. Bem, sem conseguir muita coisa ali era hora de respirar fundo e retornar.

Porém, haviam mortos vivos por todos os lados e não me davam trégua. Tentava me desvencilhar deles sem muito sucesso, até que vi uma cova aberta, era minha oportunidade para me livrar deles e descansar...

 

  
Sem pensar muito me joguei pelo buraco... affffff má ideia, má ideia, má ideia.....


Entre cadáveres e ossos senti uma familiar silhueta aproximando-se, sem muito sucesso para fixar a corda e escalar senti a morte me rondando mas ainda não era a hora. De relance, percebi um portal de energia, sem pensar muito passei por ele, afinal o que poderia ser pior?

Bem, nem sei direito contar o que aconteceu... quando dei por mim, estava  novamente em Svargrond.



 

Acompanhe as próximas postagens, ajude a decidir o destino de Krisna e o rumo desta história! 


Perdeu alguma coisa? Leia na integra todo material já publicado nos 3 anos anteriores organizados de uma forma bem didática e fácil de ler!  (Arquivos aqui).  

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