25 de maio de 2017

O Destino de Krisna. Temporada IV. n 004


O conteúdo a seguir, embora de inédito, foi jogado durante o segundo semestre de 2015 e ano de 2016. E, as decisões e aventuras da personagem, foram previamente definidas por votações ocorridas no TibiaFórum.

Aproveite a leitura!





De certa forma, não havia do que me queixar. Dessa vez a passagem para Svargrond fora em ótima hora, um navio estava prestes a zarpar para Carlin. Não perdi tempo, embarquei e lá estava eu, mais uma vez, a peregrinação pelos principais templos.

Em Carlin, Chyll novamente soprara a meu favor. Assim que desembarquei, fui informada de que uma embarcação especial, capaz de navegar pelos rios que cortavam o continente, sairia em alguns minutos para Ab'dendriel. A distância entre as cidades não era grande, mas estava cansada. E, o tempo de espera para a aventura fluvial correspondia exatamente ao que precisaria para ir até Humphrey.





Apesar de longa, foi uma viagem tranquila e agradável. Passei por vários locais que já havia passado em minhas andanças e foi bom relembrar todos eles. Palmito estava incomodado, não gostava de sentir preso. Como a embarcação fazia diversas paradas para deixar suprimentos e equipamentos em alguns acampamentos deixei-o em terra em uma delas, próximo a ponte dos anões. Sabia que iria passar por ali e poderia reencontrá-lo.

Ah Ab'dendriel! Sempre tranquila e harmoniosa! A caminho para o santuário de Edala, passei por um conhecido campo de trigo. Lembrei-me de "Big Ben" o ciclope ferreiro que morava no alto da torre. Uma visita não faria mal.






No alto da torre, em sua oficina, o ciclope parecia ansioso. Perguntei e ele informara-me que gostaria de presentear sua esposa mas como haviam muitas encomendas ele não poderia se afastar um instante sequer de sua forja.

Prestativa, ofereci ajuda e não contive o riso quando ele me contou que sua amada adorava dançar e, por isso, ele gostaria de presenteá-la com uma saia de fibra vegetal trançada que ele mesmo gostaria de confeccionar. Tinha uma ideia do que ele estava falando, havia visto vestimenta semelhante nos pigmeus verdes que encontrara anos antes na selva. Um gigante em uma sainha daquelas dançando por ai... hummm... não tive como não rir...





Felizmente, Big Ben estava tão ocupado que não notou minha crise de riso. Ele continuo explicando que precisaria de ao menos três saias de dworcs para fazer uma para sua mulher. Lembrei-me que tinha conseguido algumas durante minhas aventuras nas cavernas deles, fui até o depósito e lá estavam!

Peguei-as e as dei ao ciclope que visivelmente agradecido, contou-me mais sobre sua especialidade... Nossa! Eu estava diante de um especialista em extração de partículas da minério primitivo, muito raros e extremamente fortes e resistentes. Ele conseguia extraí-las a partir de equipamentos e armas e, em agradecimento, queria me dar um fragmento de minério primitivo.






Ele pediu para olhar minha mochila, fiquei envergonhada, há muito tempo não organizara as coisas que encontrara durante minha jornada. Contudo, ele não pareceu se importar, pegou um velho escudo que eu conseguira matando dragões e começou a trabalhar.





E, em alguns minutos, estava diante de um orgulhoso gigante e com um estranho fragmento de metal nas mãos. Big Ben voltou a trabalhar sem explicar muito a utilidade daquela peça. Guardei-a e segui para o santuário de Edala e, de lá, para Kazordoon, afinal estava em peregrinação. Mas, o fragmento não me saia da cabeça.







Enquanto andava pelos corredores da cidade dos anões, após passar nos santuários, decidi visitar Uzgod. Aquele anão já dera provas de sua habilidade como forjador e conhecimento de metais, então quem sabe, ele poderia me falar mais sobre o fragmento de metal que levara comigo.

A princípio, Uzgod não acreditou quando mencionei que possuía um fragmento de metal primitivo. Mas, quando mostrei meu presente, seus olhos brilharam! Senti que o anão estava ansioso pela oportunidade de trabalhar aquela peça.

Era um fragmento pequeno, Uzgod disse que não conseguiria fazer muita coisa, mas teve a ideia de utilizá-lo em uma faca especial para esfolar carcaças. Segundo ele, peles, pêlos, escamas e outros produtos retirados de criaturas recém mortas tinham grande valor. Mas, para concluir esta ferramenta, precisaria de uma lança especial.







Por sorte, eu também possuía uma dessas lanças no depósito, busquei e em poucas horas, estava com uma nova faca de esfolar na mochila. Saí de lá, encontrei Palmito e seguimos juntos para terminar as bênçãos.

Ao final da ultima bênção, uma decisão. Precisava voltar e enfrentar aquela aranha demoníaca. Agora sabia o que esperar, me preparei emocionalmente, peguei mais lanças e poções de cura e segui para a planície.

A pós o templo, fiz o mesmo caminho percorrido na última vez que estive ali. Encontrei o buraco e lá dentro o campo mágico que levaria a minha algoz. Felizmente, a aranha que havia na antessala estava morta, assim, respirei fundo e passei pelo campo mágico.

Pude ver que a monstruosa aranha e estava em outro ponto da sala, tentei manter distancia enquanto a atacava com minhas lanças... Mas, não adiantou, ela não só era maior, mais rápida e mais forte como conseguia invocar outras aranhas que rapidamente eclodiam dos ovos a minha volta e cresciam de forma assustadoramente rápida.

Me vi em uma posição difícil. Estava em um beco sem saída e já pensara que iria morrer mais uma vez quando notei uma fenda na parede. Consegui me abrigar ali, e me posicionar de forma que conseguisse atacar a aranha mãe e ser atacada apenas por ela.






Ahhhhhhhhhhhhhhhhh!!! Mal acreditei quando ela caiu diante de mim. Finalmenteeeeeeeeeee! Gritei aliviada enquanto retirava dela alguns itens que não seriam apenas provas de que havia vencido mas verdadeiros troféus.









Acompanhe as próximas postagens, ajude a decidir o destino de Krisna e o rumo desta história!

Perdeu alguma coisa? Leia na integra todo material já publicado nos 3 anos anteriores organizados de uma forma bem didática e fácil de ler! (Arquivos aqui)

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