10 de junho de 2017

O Destino de Krisna. Temporada IV. n 005

O conteúdo a seguir, embora de inédito, foi jogado durante o segundo semestre de 2015 e ano de 2016. E, as decisões e aventuras da personagem, foram previamente definidas por votações ocorridas no TibiaFórum. Aproveite a leitura!
 

Saí daquela cova e fui direto para Venore, estava exausta. Precisava descansar. Liberty Bay me veio a mente. Sim! O clima litorâneo me fará bem. E, após uma tranquila viagem, lá estávamos eu e Palmito no porto do balneário de Eleonore.

Fui ao depósito e, lá, uma feliz surpresa, encontrara Beatrix Kiddo e seus morcegos de estimação. Apressada e preocupada ela me contou que estava preparando um evento juntamente com seus amigos estrangeiros e pediu minha ajuda. A poderosa druida sempre me ajudou nas dificuldades, não poderia negar-lhe um favor. Assim, segui com ela.



Andamos alguns quarteirões até a cozinha da taverna de Lyonel. O taverneiro nos aguardava animado, e disponibilizara sua cozinha, equipamentos e utensílios. Pelo que entendi, Beatrix precisara de ajuda para fazer bolos e biscoitos que seriam oferecidos aos participantes do evento.






Mas antes de, literalmente, colocarmos as mãos na massa. Houve um imprevisto, ela ainda precisava de alguns ingredientes, dentre eles farinha fresca. Segundo ela, guloseimas feitas com farinha recém moída "ficavam divinos". Bem, quem sou eu para duvidar... E, assim, seguimos para as fazendas especiais de Kazordoon. Foram alguns dias de viagem, que bom que o evento seria apenas em 2 meses.

Palmito adorou tudo aquilo. Divertia-se correndo pelo trigo dourado que, muitas vezes o ocultavam devido a semelhança com o tom de sua pelugem. Passamos momentos agradáveis ali, conseguimos colher boa parte dos grãos. Depois, seguimos para um moinho e obtivemos a mais pura e fresca farinha que eu já pude ter em minhas mãos. Tudo pronto! Hora de voltar a Liberty Bay, com sorte e bons ventos chegaríamos na semana do evento!

Novamente na cidade e na cozinha, muito tranquila e paciente, Beatrix me ensinou as receitas e foi comandando a cozinha enquanto me orientava como fazer biscoitos, bolos simples, bolos confeitados e até mesmo bolo de chocolate! Coitado do Lyonel, graças a minha falta de habilidade sua cozinha ficou toda suja e desorganizada...





Passamos praticamente um dia inteiro ali. Eu nem sabia mais quantos quitutes havíamos preparado. Beatrix estava satisfeita e agradecida pela ajuda. Aparentemente, tínhamos mais do que o suficiente para o evento e precisei apagar as velas dos bolos que confeitara a mais.



Eu não aguentava mais ver bolos e biscoitos na minha frente. Mas, não podia dizer o mesmo de Palmito, era me distrair por alguns instantes e lá estava ele, novamente, mastigando alguma coisa.



Quitandas prontas, ela me pediu para levá-las para seu amigo enquanto arrumava a bagunça que havíamos feito.

Ele alugara um dos quartos no andar de cima da taverna para organizar o evento e recepcionou-me amigavelmente, embora,não parasse de arrumar as mochilas que haviam pelo chão.

Espalhadas pelo chão varias mochilas, cada fileira de uma cor. Dentro das mochilas da segunda fileira cestas com ovos da mesma cor que seu recipiente. E, nas mochilas da primeira fileira... WOW quantos itens! Meu anfitrião sorriu com minha surpresa e explicou, todos os itens foram doados e seriam distribuídos no evento e apontou um parcel próximo a janela para colocar os bolos e biscoitos.


A temperatura na ilha estava, como sempre, amena, mas ventava muito. Preocupei-me com o vento, poderia apagar as velas, ressecar os biscoitos e até mesmo trazer a areia da costa o que seria um desastre para os bolos, ainda mais os confeitados.

Perguntei ao Perche se poderia fechar uma delas, ele sorriu e respondeu "se conseguir". Não entendi a resposta até me aproximar mais dela... o vento era tão forte que a impedia de permanecer fechada. Tentei por um tempo, para diversão do garoto, mas foi em vão, acabei desistindo.



Perche percebeu minha frustração com a janela mas não me deixou abater. Aproximou-se e me explicou o evento. Estavam preparando uma espécie de caça ao tesouro. Esconderiam basquets com ovos na periferia de  Edron, cada uma com um ovo colorido e um bilhete. Os participantes encontrariam os ovos e trocariam os bilhetes pelos brindes das mochilas, aleatoriamente, cada cor de ovo corresponderia a uma respectiva mochila contendo brindes de diferentes faixas de valor.

Toda aquela explicação me animou, perguntei se poderia ajuda-los e ele consentiu. Neste momento, Beatrix já retornara da cozinha. Ambos estavam cansados e foram se deitar. Havia também uma cama para mim.

Deixei meus equipamentos em um canto e me deitei. Porém não conseguia dormir, uma ideia fixa não me saía da cabeça. Levante-me sorrateiramente, fui até o deposito e retornei com um embrulho. Dentro dele, ovos comuns e alguns presentes explosivos que ganhara de Beatrix no ano anterior.

Algo dentro de mim desejava que aproveitasse a situação para fazer uma brincadeira. E, assim fiz, retirei alguns dos ovos coloridos e bilhetes das cestas e coloquei outros...




Deite-me novamente, ansiosa para conferir o efeito da minha brincadeira, mas consegui adormecer.

Ajude a decidir o destino de Krisna e o rumo desta história!

Perdeu alguma coisa? Leia na integra todo material já publicado nos 3 anos anteriores organizados de uma forma bem didática e fácil de ler! (Arquivos aqui)

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