2 de julho de 2017

O Destino de Krisna. Temporada IV. n 007

O conteúdo a seguir, embora de inédito, foi jogado durante o ano de 2016. E, as decisões e aventuras da personagem, foram previamente definidas por votações ocorridas no TibiaFórum.

Aproveite a leitura!
 

Escurecia quando sai do túnel. Hora perfeita, aproveitar o lusco fusco do crepúsculo para uma viagem obscura para o refugio secreto dos piratas e, enfim, descansar em Meriana.

Segui para o porto clandestino do capitão Waverider, cheguei bem na hora, ele estava de partida.






Dessa vez a viagem foi conturbada. Havia uma movimentação estranha de embarcações, eu não compreendia o que estava acontecendo. Waverider dava voltas, parecia querer despistar sua rota e intenção, notei que estava apreensivo, e achei prudente não perguntar.

Acordei com ele me chamando, e dizendo para descer da canoa. Estava amanhecendo ainda não tinha ideia de onde estava mas não era Meriana. - "Aguarde aqui até minha volta" ele dizia enquanto se afastava.





Ainda afastava o sono dos olhos quando percebi onde estava, era o que chamavam de ilha do tesouro, já estive ali embora muito rapidamente. Gritei por Waverider, queria um prazo pra ficar ali, Em vão. Restava-me apenas andar pela ilha.

Não havia nada ali a não ser caranguejos, escorpiões e algumas larvas. Queria algo para fazer, precisava passar o tempo. Ao longe vi um rapaz, perguntei o que fazia, se havia algo para fazer, ele, ironicamente, respondeu: cavar!





Sem alternativa, peguei a pá que sempre levava presa a mochila que levava comigo. Por todos os lados haviam indícios de escavações, deveria ser uma ilha muito frequentada, pensei. Contudo, embora houvessem muitos buracos já escavados, não consegui abrir nenhum.

Estar em uma ilha para cavar e sem conseguir? Qual o objetivo? Andava sem sucesso em meu propósito quando me lembrei dos piratas que combati em Tysurng, alguns levavam mapas consigo, mapas com rotas e marcas.





Revirei minha mochila e os encontrei dobrados em um canto. Abri. Já tinha andado na ilha o suficiente para reconhecer seus pontos de referência marcados em um dos mapas e... havia um "X" vermelho bem evidente! Fiquei animada e abri os outros, e outra surpresa, era a mesma ilha, também haviam "X" marcados porém em posições diferentes.

Por instantes esqueci que aguardava o capitão Waverider e só queria cavar nos lugares indicados nos mapas.  E, corri para um deles. Curiosamente, haviam marcas de escavação ao redor de onde o "X" indicava mas não no local exato.




Não precisei cavar muito, bastaram algumas cavucadas para revelar a entrada de o que parecia uma cripta. Desci com cautela. Na escuridão a luz esverdeada da estrela que carregava comigo atraiu criaturas que ali estavam. 



Quando as criaturas se aproximaram, percebi que eram mortos-vivos. Restos de piratas mortos que de alguma forma ganharam vida e queriam tirar a minha.  Eram muitos, me cercaram e não havia como correr para atirar minha lança neles. Só havia uma coisa a fazer



A energia celestial canalizada através do meu corpo foi suficiente para derrubar todos eles.  Depois da visita a Dark Cathedral sabia que  possuía vantagens sobre aquele tipo de criatura.e isso me dava um certo conforto.

Andei pelo local, era uma cripta pequena, deviam estar escavando quando morreram, um soterramento, talvez? Canto um caixote chamou minha atenção, dentro deles, moedas, não era muito mas ajudaria na passagem.


Não havia mais nada de útil ali, olhei para o buraco próximo e respirei fundo, hora de descer. Da mesma forma, que aconteceu anteriormente, as criaturas me cercaram, não tive dúvidas.

   

Criaturas abatidas, comecei a explorar o lugar, haviam caixas mas com nada que pudesse usar.






Diferente do andar de cima, ali haviam túmulos e instrumentos de tortura, provavelmente era o lugar onde torturavam prisioneiros até a morte. Estava perdida em meus pensamentos quando mais criaturas se aproximaram dentre elas um fantasma de algum pirata que ali morreu. 


Consegui manter distância mas minhas lanças atravessavam o espectro, seria impossível acabar com ele a não ser que...



Pronunciei a  expressão exori san instintivamente, minha mão se iluminou como se concentrasse a energia divina direcionei-a para o fantasma e foi como se disparasse um míssil. O fantasma desaparecera da minha frente, era hora de sair dali.





Ajude a decidir o destino de Krisna e o rumo desta história!

Perdeu alguma coisa? Leia na integra todo material já publicado nos 3 anos anteriores organizados de uma forma bem didática e fácil de ler! (Arquivos aqui)

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