18 de agosto de 2017

O Destino de Krisna. Temporada IV. n 010

O conteúdo a seguir, embora de inédito, foi jogado durante o ano de 2016. E, as decisões e aventuras da personagem, foram previamente definidas por votações ocorridas no TibiaFórum.


Aproveite a leitura!



A viagem para Meriana foi tranquila, apesar de Waverider ter demorado mais do que o normal. Ele tentava despistar o destino. Cheguei a ilha ao alvorecer, finalmente férias!!!!



As coisas estavam exatamente como era em minha memória, mas o clima estava tenso, Duncan andava de um lado para o outro perto a doca, parecia ansioso não falou comigo. Fui para a taverna, quem sabe não conseguia um quarto para alugar por algumas semanas. Ariella também não me deu muita atenção.




O que estava acontecendo naquela ilha? Todos estavam estranhos. Era melhor conversar com Raymond. Fui até sua choupana, ele também estava mais ansioso que o normal. Ao me ver seu olhos transpareciam preocupação: "Eleonore?" ele perguntou.



Esclareci que não estava ali em nome dela mas acreditava que ela estava bem. Ele suspirou aliviado mas sua face continuava expressando preocupação. Conversamos um pouco, perguntei a respeito da reação dos outros moradores da ilha. Ele explicou que eram tempos difíceis.



Eram piratas de certa forma pacíficos. Ao menos era o que poderia concluir com o conceito de roubar só quem merece. No caso, navios de Thais que representavam os opressores. Bem, eles estavam tendo problemas com "piratas maus". Uma facção radical que se refugiava na ilha de Nargor e causava problema a todos.




Segundo Raymond, a facção de Nargor aumentara suas atividades nas últimas semanas comprometendo a subsistência em Sabrehaven e, por isso, todos do vilarejo estavam desconfiados de estranhos na ilha. Mas, com paciência, poderia conquistar a confiança deles.

Seguindo as orientações de Raymond voltei a Ariella. O cardápio da taverna era curiosamente baseado em frutas tropicais, conversei com ela sobre o cardápio e descobri que ela precisava de pães. Me ofereci para ajudá-la a conseguir alguns ela aceitou sorrindo. Realmente queria muito aquilo.




Assim, peguei a canoa com Sebastian de volta a Liberty Bay. Iria comprar pães lá mas lembrei-me de que, certa vez, ouvi mencionarem que Frodo em Thais fornecia pães especiais. Então, peguei o primeiro barco para Thais. Embora fossem semanas de viagem, valeria a pena uma encomenda especial para ganhar a confiança de Ariella.

Acordei de sobressalto, Jack Fate estava xingando mais que o normal. Cansada, adormeci na viagem e não vi o que ele acabara de me conta, o navio fora atacado na rota para Thais. Piratas de Nargor! Pensei comigo mesma. Enquanto ele explicava que a viagem atrasaria pois o navio precisava de reparos.


Conhecia quela ilha, já estivera ali após o navio ser prego por uma tempestade. Ofereci para pegar madeira para reparar o navio. Jack recusou, eu já ajudara muito anteriormente estava dispensada de ajudá-lo dessa vez. Aproveitei para andar pela ilha.


Os trolls estavam agitados, Palmito, assustado, corria deles por toda a ilha, em um certo ponto fomos cercados próximos a um penhasco. Palmito recuava e foi quando o chão cedeu sob nós.

Caímos em uma espécie de túnel subterrâneo. Quando meus olhos se acostumaram a escuridão percebi que raios de luz da superfície penetravam por algum orifício na outra extremidade. Curiosa como sempre, segui na direção oposta, foi quando algo estranho aconteceu.

 
Ao tentar passar entre dois obeliscos azuis era instantaneamente repelida para trás. Era como se uma barreira mágica me impedisse de prosseguir.



Tentei passar varias vezes mas sem muito sucesso. Foi quando notei um corpo caído próximo a um dos obeliscos. Parecia morto há algum tempo mas algo chamava minha atenção, os restos mortais estavam abraçados a um livro.



Dragha, aprendiz do mestre voodoo era o que estava escrito na contracapa do livro. Voodoo? Há algum tempo encontrei bonecos voodoo com os cultistas mas não acreditei que aquilo fosse sério... A buzina do navio tirou-me de meus pensamentos. Corri para o barco ainda tinha que conseguir pães.

Após semanas tranquilas navegando, finalmente cheguei a Thais. A cidade estava com uma movimentação diferente. Haviam corpos por todos os lados e reconheci-os. Eu não entendia aqueles caras, não podiam ser da minha família, por que todos os odiavam? Era eles se aproximarem de uma cidade para o tumulto começar e aparecer pessoas de todos os lados para mata-los. Espero que não me confundam com eles.



Segui direto para a taverna de Frodo, não podia esquecer do que... fui interrompida com uma tortada na cara. WTF! Limpava o creme de licor do rosto quando me vi cercada pelos meus "primos" e suas piadas sem graça. Como eram irritantes! Mas, não era hora de uma reunião em família.




Entrei na Taverna, Frodo estava apavorado. Por conta dos arruaceiros se escondera nos fundos do estabelecimento. Fui até ele comprar os pães. Enquanto negociava, outro cliente entrou, bem, não era um cliente, estava brigando com os jesters e derrotando-os. Me escondi, junto com Frodo, não queria ser confundido como pertencente ao lado negro da família Jester.





Com meus primos derrotados, Frodo respirou aliviado, e me passou os pães. Estava decepcionada, ele não tinha uma quantidade suficiente. Frodo notou minha decepção, precisa de mais? Pode fazer disse ele quanto me passava sua receita especial e apontava na direção norte.

Havia uma cozinha pública, lembrei-me da experiência de cozinhar junto com Beatrix. Olhei em torno, haviam ingredientes por lá. Ao fundo um confeiteiro terminava seus afazeres e gentilmente cedeu para mim o espaço e os ingredientes extra que não foram utilizados.




Pães feitos era hora de retornar a Meriana. Apesar do longo tempo fora, Ariella ainda precisava deles e ficou realmente contente com o presente.





Ajude a decidir o destino de Krisna e o rumo desta história!

Perdeu alguma coisa? Leia na integra todo material já publicado nos 3 anos anteriores organizados de uma forma bem didática e fácil de ler! (Arquivos aqui)


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