3 de setembro de 2017

O Destino de Krisna. Temporada IV. n 011

O conteúdo a seguir, embora de inédito, foi jogado durante o ano de 2016. E, as decisões e aventuras da personagem, foram previamente definidas por votações ocorridas no TibiaFórum.

Aproveite a leitura!


Ariella começara a confiar em mim, e isso parecia um bom sinal. Ao menos era confortável pensar assim. Trazer os pães foi uma tarefa fácil. Mal sabia eu que o pior estava por vir...

Ela precisava de bebida, uma cerveja artesanal especial e secreta comercializada clandestinamente em Carlin. Então era isso, acho que o pão foi um truque, ela queria me recrutar para atividades ilícitas...


Estava de férias e que mal haveria em uma aventura ilegal? Assim, deixei Palmito na ilha e embarquei para Carlin. No caminho tentava sondar outras pessoas no navio sobre a cidade e seus moradores, tentava ser discreta a respeito dos motivos da viagem.

Semanas no mar, finalmente estava na cidade das amazonas. Todos os rumores pareciam corretos, por mais que perguntasse a todos, não conseguia informações sobre algum lugar que vendia bebida alcoólica ali. Era realmente uma proibição sumária da rainha.




Como conseguir uma bebida clandestina? Voltava para o porto e me deparei com caixas prestes a serem embarcadas... se bebida saia ou chegava a cidade, quem sabe em alguma caixa... não pensei duas vezes, comecei a revirá-las.


Passei um bom tempo com as caixas. Nenhum sinal de bebida. Estava prestes a desistir quando percebi que o prédio próximo era um grande depósito, e, estava repleto de caixas.

Reiniciei a busca, não achei nenhuma bebida ou indício de que era armazenada ali.Mas, ao cair da noite, ao mover uma caixa menor uma estranha chave esculpida em osso caiu. Peguei-a e guardei. Não sabia o que era, mas como não vi de onde caíra não poderia deixar provas de que alguém estranho havia revirado o armazém. Nossa, o tempo com os piratas estava me afetando, agora pensava como uma fora da lei...


Bem, agora possuía uma chave mas nada de bebidas, voltei a andar pela cidade... passava perto de um artista ambulante que ensaiava suas falas quando me detive em frente a um bueiro. Ouvi rumores sobre atividades da resistência masculina nos esgotos, será?


Já que estava ali, não me custaria nada tentar. Retirei a grade e desci. Andei por lá, haviam insetos por todos os lados e muitos becos sem saída também. Encontrei pontos onde poderia descer e me deparei com vermes.



Livrava-me deles, retornava ao caminho principal e continuava a procurar sinais de atividades clandestinas. Mas, em um certo momento realmente pensei em desistir... insetos tudo bem mas, porque aranhas? Não pensei duas vezes, invoquei os poderes divinos para acabar com todas de uma vez... afinal era para estar de férias e não em um pesadelo...


E, o pesadelo estava prestes a ficar beeemmmmm pior, ou ao menos nojento. Em um determinado ponto me deparei com bolhas de limo, achava elas engraçadas... era cutucar uma para ela se dividir, cutucar novamente e mais uma divisão, parecia um processo sem fim. Estava distraída segundo e brincando com uma delas e quando me dei conta, literalmente estava na merda... havia descoberto o local onde dos dejetos orgânicos ficavam para serem decompostos... só de pensar, meu estômago revira e já sinto náuseas.


Saí de lá rapidamente e fui procurar em outro ponto daquele esgoto. Encontrei uma placa indicando Coryns, me lembrava deles, ratos gigantes. Parecia suspeito, ratos não anunciariam sua presença, não mesmo. Hummm quem sabe uma metáfora, larápios costumavam ser chamados de ratos... era a melhor pista que tinha de atividades ilegais ali... resolvi arriscar.


Estava enganada, eram mesmo ratos, e nenhum sinal de contrabandistas de bebidas. Segui explorando, ao menos conseguia queijo com alguns deles, e, estava com fome.


Segui explorando não estava totalmente convencida de que não era ali, até descer em pontos com grande concentração de ratos. 



Definitivamente, não tinha como ser ali. Era muito perigoso para qualquer pessoa passar, então imagina manter um comercio ali. Não, não tinha como, deveria ser em outro local.



Ajude a decidir o destino de Krisna e o rumo desta história!

Perdeu alguma coisa? Leia na integra todo material já publicado nos 3 anos anteriores organizados de uma forma bem didática e fácil de ler! (Arquivos aqui)

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