18 de setembro de 2017

O Destino de Krisna. Temporada IV. n 012

O conteúdo a seguir, embora de inédito, foi jogado durante o ano de 2016. E, as decisões e aventuras da personagem, foram previamente definidas por votações ocorridas no TibiaFórum.

Aproveite a leitura!


Saí correndo dos territórios dos ratos. De volta ao nível principal do esgoto recomecei minha busca. E, em um corredor estreito da ala oeste,  encontrei a taberna clandestina. Havia alguns clientes lá, embora de tão bêbados estavam mais para moradores.



Fui conversar com Karl, o responsável pelo estabelecimento. Ele não falava claramente e o tempo todo pedia silêncio ou que não comentasse nada do que havia ali. Ele vendia a cerveja mais cara do mundo, mas, dada a proibição, haviam pessoas dispostas a pagar.

A cerveja que precisava não estava no cardápio. Enquanto conversava com Karl,perguntei sobre a cerveja artesanal. Ele empalideceu, parecia não acreditar que eu tinha conhecimento daquele produto, mas não negou, e, por um preço absurdamente alto,  me vendeu uma garrafa e recomendou não levá-la para a cidade.





Ainda estava sem entender a importância daquela cerveja. Sempre pensei que piratas preferiam rum. Seria apenas um teste? De qualquer forma, como sair dali sem ser pela cidade?

Comecei a andar novamente pelo esgoto, se a bebida não poderia circular pela cidade, deveria haver outra rota, afinal ela deveria chegar até a taverna de Karl. Segui por caminhos que não havia passado antes, haviam vermes e trolls.




Combatendo trolls, cheguei a um ponto sem saída e encontrei um baú com uma espécie de corneta. Não entendia o motivo pelo qual os trolls estavam guardando aquilo. Levei-a comigo, ainda precisava encontrar uma forma de sair dali com a bebida sem levantar suspeitas.




Encontrei um ponto para subir, parecia que havia um andar mais próximo a superfície. Prendi a corda e escalei. Estava em uma sala adornada e com vários caixões. Era uma espécie de mausoléu, de alguma família importante, supus. Corri para a porta, nada. Estava trancada.





Retornei ao covil dos trolls e as minhas buscas. Andei mais um pouco e outro ponto de escalada. Subi e, novamente, outra sala com caixões, mais modesta e outra porta. Forcei, e também estava trancada.




Retornei e já pensava em descer pelo buraco quando lembrei-me da chave encontrada no armazém. Retirei-a da mochila e tentei. A porta se abriu diante de mim. Segui por ela, e estava em uma sala maior com uma escada que levaria a superfície.




Subi as escadas de mármore branco, estava agora na parte mais superficial do mausoléu. Em um canto, um livro, parecia um diário. Abri, e para minha surpresa era de alguém relatando que perdera a chave das salas inferiores e que estava tendo problemas com trolls, eles haviam levado sua corneta.
 
Segui para a saída, estava no cemitério de Carlin. Não sei ao certo se aquela era a rota dos contrabandistas, rebeldes, e piratas. Mas estava com a bebida fora da cidade, e conhecia bem aquela estrada, fui andando até Venore e, de lá, tomei o barco até Liberty Bay.



Ajude a decidir o destino de Krisna e o rumo desta história!

Perdeu alguma coisa? Leia na integra todo material já publicado nos 3 anos anteriores organizados de uma forma bem didática e fácil de ler! (Arquivos aqui)

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