5 de outubro de 2017

O Destino de Krisna. Temporada IV. n 013

O conteúdo a seguir, embora de inédito, foi jogado durante o ano de 2016. E, as decisões e aventuras da personagem, foram previamente definidas por votações ocorridas no TibiaFórum.

Aproveite a leitura!


Aquelas não eram nem de longe as férias com as quais sonhara e precisava, não queria fazer um cruzeiro marítimo por todo aquele estranho mundo, queria estar em uma varanda, deitada em uma rede e admirando o mar, ai sim estaria renovada! Pensava comigo mesma enquanto retornava a Sabrehaven.

Mais uma vez recorria ao auxilio do Capitão Waverider para chegar a Meriana. Aquele pirata me fazia rir. Ele já me conhecia, inclusive, sabia meu nome mas mesmo assim, tinha que dizer a senha secreta ou ele não me levava.

Quando finalmente cheguei a ilha, encontrei com Duncan, ainda estava estressado andando de um lado para o outro, perguntei se poderia ajudá-lo de alguma forma ele precisava de um atlas atualizado e fiel as costas recém descobertas. Era um pedido até fácil e me comprometi a ajudá-lo.  Sabia onde encontra o que ele precisava, mas, antes, precisava entregar a cerveja.



Ariella não conseguiu conter a ansiedade ao me ver. Brincou a respeito da demora em conseguir a cerveja e riu quando contei minha aventura pelos esgotos de Carlin. Eh, está se transformando em uma pirata de verdade ela comentou sorrindo enquanto me servia rodelas de abacaxi.




Conversávamos despreocupadas quando escutei alguém cantando. É o Morgan, disse ela dando de ombros. Depois me explicou que ele fazia as vezes de ferreiro do vilarejo. Curiosa, fui visitá-lo.



Morgan estava animado, e parecia gostar muito do seu trabalho. Conversamos um pouco e descobri que ele era parente de um velho conhecido, Eremo, um dos sacerdotes abençoadores. E, havia muito tempo que não falava com seu parente eremita. 



Como sabia que teria que sair da ilha para providenciar o atlas para Duncan, me ofereci para levar uma carta com notícias dele para Eremo caso desejasse. Morgan não teve duvidas ao aceitar, aparentemente já estava com as palavras na cabeça e, rapidamente, passou-as para um papel, colou em um envelope e lá estava eu com a carta em mãos e saindo da ilha.

Foram semanas tranquilas no mar. Eu já estava mais resignada por não ter as férias conforme planejara, e aceitava meu destino. Quando cheguei a ilha de Eremo, o velho sacerdote já erguia as mãos para me abençoar quando o interrompi. Força do hábito disse ele sorrindo. Quando o contei sobre Morgan ele não conteve a emoção.



Deixei o eremita com a carta e suas lembranças e segui para Port Hope. Se tinha algum lugar onde poderia encontrar um atlas atualizado, seria lá, no escritório da Sociedade dos Exploradores.

Angus como sempre foi muito gentil, mas estranhou meu pedido. Como, após todo este tempo, só agora precisei de um atlas? Ele perguntou. Expliquei, sem entrar em detalhes que queria dar de presente para um amigo só assim ele me vendeu um.



Carta entregue e presente comprado era hora de retornar as ilhas. Foi novamente uma viagem tranquila, aproveitei para folhear o atlas. Aquele mundo era realmente espantoso. Haviam vários locais que ainda nem sonhara em conhecer.

Semanas depois, estava novamente em Meriana entregando o atlas para Duncan. Ele estava visivelmente satisfeito com aquele exemplar mas seu semblante ainda expressava preocupação. Não ousei perguntar o motivo.



Segui para o interior da ilha a procura de Palmito, será que finalmente descansaria?

Encontrei o leão as voltas com um tigre. Chamei-o, montei e saímos juntos para ver o que era. Estava estranhando aquilo, da última vez que estive na ilha não me lembrara de tantos tigres. O que estaria acontecendo?




Perseguindo tigres acabei chegando a cabana de Chondur. Uma espécie de curandeiro shaman que vivia isolado a nordeste da ilha. Ele também precisava de ajuda e eu tinha como ajuda-lo. Ele era um estudioso das magias cultistas e também conhecedor da obra voodoo.

Comentou que estava desconfiado que os cultistas tinham amaldiçoado um dos capitães da ilha. E que precisaria de bonecos voodoos que simbolizavam piratas para estudar e encontrar uma forma de quebrar a maldição.



Para sorte de Chondur eu conhecia bem aqueles bonecos, havia conseguido alguns quando estava a procura dos versos da musica cultista. E foi questão de horas até ir a Liberty Bay e retornar com elas.

Com os bonecos em mãos, Chondur começou seus trabalhos. Sentia que a desconfiança a meu respeito não existia mais.



Estranhamente, ele parecia confiar mais em mim e me tratava de forma mais amistosa. Me senti confortável com isso e aproveitei  para perguntar a respeito de Dragha, do livro que encontrara, da ilha e da possível barreira mágica que me impediu de continuar.

Chondur me olhava com espanto. E, diante do meu relato e certeza, não poderia me negar a verdade, nem o que estava acontecendo. Aquela ilha, Goroma, não era apenas a pequena parte que eu conhecera, havia uma parte muito maior, do outro lado da montanha, a base de um vulcão ainda ativo e que abrigava os membros mais fortes da seita cultista.



Aquela barreira havia sido colocada por membros do culto para proteger o local e seus segredos. Seria impossível transpô-la a não ser que meu corpo e espírito estivessem camuflados por meio de um contra-feitiço.

Choundur se ofereceu para fazer a camuflagem caso eu desejasse ir até lá, mas precisaria de corpos ainda frescos de animais recém abatidos: um rato, uma galinha e uma ovelha negra.



Tudo aquilo me deixou nauseada e amedrontada. Teria estômago e coragem para encarar uma viagem até lá?



Ajude a decidir o destino de Krisna e o rumo desta história!

Perdeu alguma coisa? Leia na integra todo material já publicado nos 3 anos anteriores organizados de uma forma bem didática e fácil de ler! (Arquivos aqui)

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