30 de outubro de 2017

O Destino de Krisna. Temporada IV. n 014

O conteúdo a seguir, embora de inédito, foi jogado durante o ano de 2016. E, as decisões e aventuras da personagem, foram previamente definidas por votações ocorridas no TibiaFórum.

Aproveite a leitura!


Andei sem destino com muitas duvidas na cabeça. Quando percebi estava diante da cabana de Raymond. Tentei passar desapercebida, mas, ele me viu e convidou-me amistosamente a entrar. Contou-me o que durante minha ultima ausência da ilha, para pegar os bonecos voodoo,  os moradores conversaram entre si a meu respeito e o que havia feito por cada um deles.  E que as desconfianças a meu respeito acabaram, agora já me consideram amiga e, se desejasse, poderia ser uma ativista de sua causa.



Estava abalada, fui para aquela ilha para descansar e não para me envolver com aquilo tudo. Bancar a pirata por algum tempo até que estava divertido, mas não me sentia preparada para assumir responsabilidades e me comprometer com eles, muito menos de me aventurar por um território de cultistas poderosos e que queriam permanecer em segredo.

Queria férias, não só para me esquecer daquele monte de aranhas gigantes que me perseguiam até mesmo em pesadelos mas também pensar sobre tudo que estava acontecendo. Havia perdido a noção do tempo. Não sabia mais quanto tempo estava naquele mundo que cada vez ficava mais estranho, não sabia se conseguiria sair dali. Não sabia como encontrar pistas do meu avô.



Tentava organizar as coisas na minha cabeça, quando me lembrei de Ongulf. Oh não! Há quase 10 meses deixei-o em Farmine com a promessa de conseguir apoio a sua causa e não retornei. Era a desculpa perfeita para sair dali.

Expliquei a Raymond que tinha assuntos pendentes em outro local e que precisava ir a Edron. Disse Edron pois já tinha planejado a rota, de lá iria para Cormaya e, então,  Farmine e não queria que ele soubesse do meu destino final. Foi meu erro. Raymond justamente precisava de alguém para ir a Edron sabotar uma transação que a facção pirata de Nargor estava efetivando.



Como era caminho, não recusei em ajudá-lo. E, lá estava eu me passando de intermediária dos piratas de Nargor diante da alquimista Sandra. E, seguindo as orientações de Raymond, ao invés de pagá-la pela encomenda de  Fafnar's Fire dei a entender que ela continuar viva já seria pagamento suficiente pela encomenda. Acredito que tenha sido convincente, Sandra ficou indignada com minha atitude e afirmou que não negociaria mais com piratas de nenhum lugar do mundo.




Missão cumprida, era hora de seguir para Farmine.  Embarquei para Cormaya e, chegando lá fui recepcionada por anões, ao menos foi o que, a primeira vista pensei, contudo aqueles soldados tentavam me impedir de seguir para o barco a vapor subterrâneo. Consegui livrar-me deles e embarquei.




Durante a viagem, descobri que aquele continente se chamava Zao. E, a mina escavada pelos anões  e a cidade que estavam construindo representava menos de um terço de todo território... o que teria lá fora? Aquilo aguçou minha curiosidade.

Finalmente em Farmine, Ongulf parecia surpreso em me ver, mas estava contente, alguns dos apoios que consegui para sua causa já haviam feito contato. De fato, o local estava diferente, haviam indícios de que estavam prosperando e eu estava feliz em saber que ajudei neste processo.



Tentei sondar Ongulf a respeito do "mundo lá fora" ele não me aconselhou sair para explorar. O tratado de paz com a comunidade primitiva tinha se solidificado e Larazan informara aos anões que os "homens verdes" estavam planejando um ataque as minas.

Ongulf contou-me que haviam Orcs nas redondezas, diferentemente dos orcs do continente principal, aqueles eram mais organizados e, se a cidade fosse atacada, não teriam como defendê-la e, até mesmo a permanência deles ali estaria comprometida.



Notei que algo passava pela cabeça de Ongulf. Enquanto me contava os últimos acontecimentos, seus olhos brilhavam e não demorei a descobrir o motivo. Como eu havia conseguido a paz com os nativos e um número considerável de apoio ao projeto ele via em mim a pessoa mais indicada para negociar com o líder dos Orcs uma aliança ou algum tipo de pacto para que o ataque não acontecesse.

Minha vontade de conhecer o aquele continente era maior do que o receio daquela missão. Aceitei prontamente ajuda-lo mais uma vez. E, lá estavam eu e Palmito, seguindo rumo a estepe árida!





Ajude a decidir o destino de Krisna e o rumo desta história!

Perdeu alguma coisa? Leia na integra todo material já publicado nos 3 anos anteriores organizados de uma forma bem didática e fácil de ler! (Arquivos aqui)

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